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A alopecia é uma doença que pode ser tratada

Repórter: Daniel Moren | Jéssica Guidolin Segundo especialistas, não há idade específica para desenvolver   a doença. Foto: Vanessa Lemes Palavra que pode não ser tão presente no cotidiano de alguns, mas que atinge parte da população. Você já ouviu falar sobre essa doença? Pode ser definida como a perda ou redução de cabelos e pelos no corpo. Sejam por motivos adquiridos ou congênitos, aqueles que nascem com o indivíduo. Segundo o dermatologista Mario Chaves, da clínica Derma Gávea, as alopecias congênitas são muito raras. Elas apresentam a ausência ou atrofia da raiz do pelo. Androgênica masculina e feminina, de tração e areata são alguns dos tipos de alopecias que existem. Não há idade específica para desenvolver a doença, porém, segundo a dermatologista Cristiane Braga, quanto mais cedo se apresentam os sintomas mais grave é. Por exemplo, uma menina de treze anos que apresenta sintomas de alopecia terá um desenvolvimento mais acentuado da doença do q...

Na Pedreira Paulo Leminski, Greca destaca resistência cultural contra terceirização de espaços públicos

             Greca reúne artistas, produtores e ativistas culturais de Curitiba Cerca de 300 artistas, ativistas culturais, militantes sociais e políticos, participaram, neste sábado, dia 2, do abraço simbólico à Pedreira Paulo Leminski, em Curitiba. O ato, organizado pelo ex-ministro do Esporte e Turismo, Rafael Greca (PMDB-PR) chamou a atenção da população sobre a concessão à iniciativa privada da administração da Pedreira e de outros espaços públicos da capital paranaense, motivada pela Prefeitura de Curitiba.  “O protesto foi um movimento de resistência cultural da cidade contra o ‘leilão’ e a terceirização que a administração municipal quer fazer com os espaços democráticos de Curitiba, como a Pedreira Paulo Leminski, a Ópera de Arame e os nossos parques, que pertencem ao povo curitibano”, ressaltou Greca.  Repúdio O produtor cultural Gehad Hajar (à esquerda) apoiou a iniciativa organizad...

Saudação à Liamir Hauer, no Palácio 29 de Março

Pequeno discurso dedicado à Liamir Santos Hauer, ex-primeira-dama de Curitiba, proferido de improviso em 8 de março de 2012, no Palácio 29 de Março, ocasião do lançamento de sua biografia "Liamir - Mulher Araucária". Peço vênia pelo engano em minha fala: alacridade é um substantivo feminino, e não verbo! Eis o discurso publicado: Uma saudação (de improviso) à Mulher Araucária Gehad Hajar Palácio 29 de Março – Curitiba Eu tentei não resistir ao convite de falar – mas quem não resiste à Liamir, não é? E quero aqui lançar um desafio: todos que estão aqui são amigos da Liamir, obviamente. Mas, eu desafio que alguém me diga se conhece alguém que já foi trapezista de circo, campeã internacional de xadrez – oito vezes – escritora fecunda, e mais algumas coisas... E no ápice de sua juventude consegue ter uma animação dessas. Vejam, eu tenho 29 anos, e não tenho outra amiga tão altiva quanto a Liamir. Estar aqui, entre todos vocês e com a Liamir, é mais do que...

Presos Políticos Paranaenses na ÓTV

Conheça os caminhos de Curitiba (série cidade bonita - RICTV)

Memórias Torturadas é eleita melhor peça do Fringe

A peça "Memórias Torturadas: a Ditadura e o Cárcere no Paraná" foi escolhida como a melhor peça do Fringe e a 6º melhor de todo o 21º Festival de Teatro de Curitiba, pelo Jornal Comunicação da UFPR. Veja em: http://www.jornalcomunicacao.ufpr.br/node/11068

(Portal Terra) Festival de Curitiba: público vai ao presídio acompanhar peça

O espetáculo 'Memórias Torturadas', que conta a história de presos políticos paranaenses durante a ditadura militar se passa exatamente no mesmo local onde ocorreram as torturas, o presídio do Ahú. Roger Pereira Direto de Curitiba O Festival de Teatro de Curitiba ocupa nada menos que 72 diferentes espaços cênicos na capital paranaense. Teatros, bares, casas, praças, parque e ruas da cidade estão tomados por artistas nos 13 dias de apresentação. Mas, na edição de 2012, uma peça do Fringe, a mostra paralela do Festival, chamou a atenção pela ousadia. O espetáculo Memórias Torturadas , que conta a história de presos políticos paranaenses durante a ditadura militar se passa exatamente no mesmo local onde ocorreram as torturas, o presídio do Ahú, hoje desativado. Em aproximadamente uma hora de apresentação, o público passa por momentos angustiantes, percorre as galerias escuras do presídio, assiste a uma cena de tortura no pátio central da prisã...

Teatro fora dos palcos

Nesses dias de Festival de Teatro de Curitiba, muita gente que circula por praças, bares e espaços públicos da capital paranaense deve ter ''esbarrado'' em alguma intervenção cênica ligada à mostra. Como acontece na maioria desses grandes eventos no Brasil e no mundo afora, os espetáculos em espaços alternativos ganharam força e assumiram um papel importante no Festival, seja para democratizar a arte, seja por um conceito artístico. A trama de ''Memórias Torturadas - A Ditadura e o Cárcere no Paraná'' é baseada em fatos reais e foi escrita para se desenrolar no lugar onde os personagens sofreram as agressões praticadas pela ditadura militar, o Presídio do Ahú, em Curitiba. O lugar, agora desativado, já serviu de locação para novela e filmes, mas é a primeira vez que o público segue os atores em uma peça de teatro pelo pátio e celas do complexo. O cenário e o horário (meia-noite) foram escolhidos pelo produtor Gehad Hajar para compor o clima de medo. Fo...

Prisão do Ahú é o palco da encenação de peça teatral, que leva espectador ao centro da trama

Com 106 anos e desativada há três, a Penitenciária do Ahú abriga, de quinta a sábado que vem, o espetáculo Memórias torturadas: a ditadura e o cárcere no Paraná, um sucesso de público no Fringe. O espetáculo já teve apresentações na semana passada. A procura foi tanta que a montagem ganhou sessões extras. Mais do que assistir a um espetáculo, o espectador é colocado no centro da trama – o que quer dizer que ele transita pelo pátio, galerias e celas sombrias do prédio impregnado de história e drama dos milhares de detentos que ali ficaram. A maioria das sessões é realizada à meia-noite; as extras serão às 21 horas. O Ahú recebeu vários presos da ditadura. O texto de Gehad Hajar para o espetáculo se baseou em livro de Ildeu Manso Vieira – “Memórias torturadas (e alegres) de um preso político” -- e nos arquivos do temido Dops (Departamento de Ordem Política e Social). Ele trata da história verídica de quatro presos políticos detidos pelo regime militar na “Operação Marumbi”....

No Paraná teve ditadura? Sim, senhor!

Peça curitibana encenada no presídio do Ahú relembra e apresenta fatos de tortura e repressão do regime militar no Paraná Reportagem Higor Lambach Edição Stephanie D´Ornelas   Presídio do Ahú é o palco da peça que conta a história da ditadura no Paraná Em 2006, uma pesquisa revelou que Curitiba tem o maior número de jovens que desejam a volta da ditadura. Chocado com isso, Gehad Hajar , desde então, começou a pesquisar e entender o período de repressão no Paraná. Foi assim que surgiu a peça Memórias Torturadas – A Ditadura e o Cárcere no Paraná . “Foram sete anos de pesquisa em que desvendei e descobri muitas coisas sobre a história do estado e Curitiba. A dificuldade é que não há produção acadêmica sobre o período”, conta o autor e diretor da peça. Segundo ele, o desejo de um retrocesso à democracia é prova do desconhecimento. Para isso, a arte tem função social de informar sobre a democracia, formar opinião e disfor...

Peça "Memórias Torturadas" em matéria da e-paraná

Peça de teatro na Penitenciária do Ahú, no CNT Jornal

Texto de apresentação no programa impresso de "Memórias Torturadas"

Numa democracia todos contam sua história. Isso pode diferenciar a democracia da tirania. Ainda assim, nosso Estado não tem memorado os anos de chumbo, e suas consequências para a atualidade. O Paraná parece sofrer de amnésia histórica. Porquanto, hoje, Curitiba é a cidade com maior índice de jovens que desejam a volta da ditadura, segundo pesquisa realizada em 2006, o que estarrece qualquer indivíduo que defenda a liberdade e o estado democrático de direito. São sete longos anos de pesquisa em arquivos, livros e entrevistas, para o atual resultado pragmático. Narrar quatro vidas aprisionadas, exatamente no mesmo ambiente onde tudo ocorreu, vai além dos ineditismos. Remete o público a ser parte integrante do meio, sorvendo por todos os sentidos a experiência do cárcere e do sofrimento pela luta de um ideal legitimo. A tentativa da equipe – que presto os maiores agradecimentos – foi unir várias linguagens artísticas à história: a literatura através do texto, as artes cênicas ...

Presídio vira palco de teatro sobre ditadura (Rede Record)

"Memórias Torturadas" no Jornal Band Cidade

Entrevista na Rádio CBN

Espetáculo em presídio do Ahú faz abordagem equilibrada do período militar   Ouça a entrevista com o Gehad Hajar, autor do espetáculo “Memórias Torturadas – A Ditadura e o Cárcere no Paraná”. Ouça aqui: http://www.cbncuritiba.com.br/site/texto/noticia/Entrevista/5865

Anos de Chumbo (Gazeta do Povo)

Hugo Harada/Gazeta do Povo   Carlos Vilas Boas interpreta Ildeu Manso Vieira, um dos presos políticos detidos no Presídio do Ahú na década de 70: relatos de tortura Peça curitibana, que estreia no Festival de Teatro, será encenada no Presídio do Ahú e desencava fatos reais e pouco conhecidos sobre a tortura no Paraná durante a ditadura militar Helena Carnieri É difícil responder à pergunta “que peça você recomenda no festival?” Mas um gênero que pode ser indicado, sem dúvidas, é o de peças apaixonadas. São trabalhos que partem de muita pesquisa e um ideal, como Memórias Torturadas – A Ditadura e o Cárcere no Paraná. A proposta partiu do ator Gehad Hajar, que também é pesquisador e estudou Direito, Ciência Política e Pedagogia. Incomodado com uma enquete realizada em 2006 em que Curitiba mostrou ter o maior número de jovens brasileiros que desejam o retorno da ditadura militar, ele resolveu buscar histórias reais...

Vídeo reportagem "Memórias Torturadas" (Gazeta do Povo)

http://www.gazetadopovo.com.br/videos/presidio-do-ahu-vira-palco-durante-festival-de-teatro/ http://www.gazetadopovo.com.br/videos/presidio-do-ahu-vira-palco-durante-festival-de-teatro/

Presídio do Ahú sedia teatro (Jornal Indústria & Comércio)

Depois de servir de locação para o cinema, o desativado Presídio do Ahú é um dos 70 espaços do Festival de Curitiba. Receberá, no Fringe, a peça Memórias Torturadas – A Ditadura e o Cárcere no Paraná, idealizada por Gehad Hajar. Atrás daquelas paredes, realmente havia presos políticos na década de 70. E, em outubro, o local passa a abrigar o Centro Judiciário Civil. “A plateia vê o início do espetáculo no pátio da antiga penitenciária, quando são convidados a imergir no edifício visitando as galerias”, antecipa Gehad Hajar , observando que entrar no Ahú é surpreendente e a intenção é despertar no espectador a sensação de perda da liberdade, ampliando o entendimento sobre a questão de ser preso político. A peça conta a história de um homem e seu filho menor de idade que repentinamente são levados ao Ahú e passam a ser torturados. Na minúscula cela, estão três outros personagens, ideólogos, que desenrolam conversas acaloradas, e muitas vezes fraternais, revelando in...

NOVIDADES DO CONTESTADO

NOVIDADES DO CONTESTADO Novas revelações sobre a Revolta do Contestado, ocorrida  no Paraná  eem Santa Catarinaentre os anos de1912 a1916 serão feitas no programa “Nossa História” deste final de semana. Tranmitido pela rádio E-Paraná am 630 no sábado, às 19:00 horas, e reapresentado no domingo às 8:00 da manhã, o programa reunirá pesquisadores (Gehad Ismail  Hajar e Sinira Dâmaso Ribas) que contarão novos aspectos jurídicos da questão e também sobre a participação das mulheres no  sangrento episódio que dizimou cerca de 20 mil pessoas. “Nossa História”, “a história contada por quem sabe” tem produção e apresentação de Zélia Sell e Guilherme Nascimento e também pode ser ouvido ao vivo pela internet acessando: www.e-parana.pr.gov.br Mais detalhes no blog; www.nossahistoriaam630.blogspot.com http://www.icnews.com.br/2012.03.15/colunistas/aroldo-mura/ifpd-e-novo-braco-da-fecomercio-ao-lado-do-sesc-e-senac/

Peça do Festival de Teatro será encenada no antigo presídio do Ahú (OAB-PR)

A história verídica sobre a detenção de quatro presos políticos no Paraná, na chamada operação Marumby, no período da ditadura militar é o tema do espetáculo teatral “Memórias Torturadas: A Ditadura e o Cárcere no Paraná”, incluído na programação do 21º Festival de Teatro de Curitiba que acontece no período de 27 de março a 8 de abril. A história verídica sobre a detenção de quatro presos políticos no Paraná, na chamada operação Marumby, no período da ditadura militar é o tema do espetáculo teatral “Memórias Torturadas: A Ditadura e o Cárcere no Paraná”, incluído na programação do 21º Festival de Teatro de Curitiba que acontece no período de 27 de março a 8 de abril. O cenário para a montagem, que terá sessões às 23h59, é o antigo presídio do Ahú. A intenção é fazer o público vivenciar a trama em um cenário próximo do real. A montagem tem texto e direção de Carlos Vilas Boas e Gehad Hajar e, conforme a produação do espetáculo, deverá ser uma das últimas ações no préd...

Outros olhares – A mulher em diferentes culturas

A última entrevista da Série Especial “Dia Internacional da Mulher” abordará questões a respeito da mulher em diferentes culturas, o pesquisador do Núcleo de Estudos dos Processos Identitários, das Etnias, das Crises e da cultura árabe, da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Gehad Hajar, salienta que a grande questão a ser analisada é a forma como interpretamos essas mulheres.   “É sempre recorrente sermos etnocêntricos – interpretar a cultura alheia pelos nossos modelos, nossos princípios, nossa formação. Isso é um erro.” Para ele, o correto é analisar e interpretar o outro dentro do seu contexto, da sua formação, de seus princípios e sem interferência de opiniões.     Hajar estuda as mulheres árabes, em especial as muçulmanas, inclusas não somente em países de maioria islâmica, mas também em comunidades relevantes pelo mundo – onde há grande número de muçulmanas convertidas. Jornal Santuário de Aparecida – A mulher em outras culturas ainda ...

Legislação/Segurança: Regulamentação avança, mas ainda é polêmica

Ana Paula Pavanello O Brasil vive um momento de profissionalização da gestão em inúmeras áreas. Cada vez mais pessoas se dão conta de que a informalidade é um mal que precisa ser combatido sob o risco de comprometer o desempenho de seus negócios e carreiras. A regulamentação das profissões é etapa importante nesse processo, uma vez que determina quem está apto a exercer cada função e estabelece de forma clara os parâmetros a serem utilizados para nortear a atuação dos trabalhadores de uma determinada área. Foram várias as profissões que ganharam regulamentação recentemente. Sommelier, turismólogo e cabeleireiro estão entre elas. A diretora de Operações da agência de recrutamento Recruiters, Mariela Junque, explica que a regulamentação assegura uma relação saudável entre capital e trabalho, com reconhecimento, garantia de direitos e estabelecimento de regras para exercício da profissão. Mariela defende, no entanto, que a falta de regulamentos também tem seu lado positivo. “A regulam...

Vovozinha, opereta curitibana revive aos 103 anos

Com libreto de Emiliano Perneta, música de Benedito Nicolau dos Santos, a opereta Vovozinha, composta em Curitiba no longínquo ano de 1909, pode ser a primeira peça infantil da história no Brasil, precursora até dos contos de Monteiro Lobato.  Será encenada este ano, após captação de recursos pela Lei de Incentivo à Cultura, na Capela Santa Maria, em Curitiba, com regência do maestro Jaime Zenamon, na foto tocando seu violão. Denise Sartori (foto) faz a direção musical, com produção de Gehad Hajar (na foto, ao violino) e Beth Capponi. Os arranjos criados pelo maestro Roger Vaz, os figurinos assinados por Gustavo Kreling.   Gehad Hajar disse ao blog que descobriu, restaurou e reagrupou esta ópera adormecida há 103 anos. http://margaritasemcensura.com/home/vovozinha-opereta-curitibana-revive-aos-103-anos

Nossa participação em: "Demitir com responsabilidade previne crise nas grandes corporações"

Para especialista, nos dias atuais, mais que rendimentos individuais de cada trabalhador, o que mais tem demitido são as políticas de reestruturação internas das empresas   O mercado de trabalho cada vez mais competitivo e a presença de gerações cada vez mais jovens nos cargos de liderança tem modificado, gradualmente, as relações entre colaboradores e funcionários. Mais exigentes, os funcionários mudaram sua percepção em relação ao que consideram "benefícios da empresa". Cada vez mais, um bom ambiente de trabalho e uma relação equilibrada com o gestor pesam nas escolhas profissionais. Em paralelo a isso, as empresas precisam investir cada vez mais nas políticas de retenção de talentos e ações de comunicação interna, para motivar os colaboradores e mantê-los informados sobre os projetos da empresa, alinhando-os a sua missão, visão e valores. Com o aumento da expectativa do profissional, o ato de pedir "demissão" deixou de ser um tabu. Paulo Teixe...

Revista 7 Dias Com Você: Alpargatas, Elas Voltaram

    Revista 7 Dias, nº 453, Ed. Escala, pág. 33. Cedi um pequeno texto para a editora Escala, que compõe minha pesquisa sobre as influências árabes na cultura brasileira, onde utilizaram algumas informações na página acima. Eis o texto completo:  A origem das alpargatas no Brasil O calçado conhecido como alpargata é presente, principalmente, em duas porções do Brasil: no nordeste e no extremo sul, mais precisamente no Rio Grande do Sul. Tem sua origem na presença árabe-mourisca na península ibérica, onde após sete séculos de presença e trocas culturais, incorporaram ao cotidiano de portugueses e espanhóis muitos hábitos, vocábulos, tradições, que se tornaram peculiares. As alpargatas eram calçados pelos conquistadores muçulmanos do deserto. O vernáculo “alpargata” tem origem no árabe al-bargat , e também aparece em português como alparca, alpergata e alparcata. Este estilo de calçado, em que a sola se ajusta aos pés via tiras de couro ou pano, ...

Correio Braziliense: Obrigatoriedade da contribuição sindical e incerteza sobre destino do dinheiro atraem críticas

Todo ano é a mesma coisa. Nos meses de janeiro e abril, empregadores e trabalhadores, respectivamente, recolhem a contribuição sindical independentemente de serem ou não associados a algum sindicato. No caso dos últimos, o valor recolhido é de um dia de trabalho. Na Câmara dos Deputados, tramita o Projeto de Lei 7247/10, do deputado Augusto Carvalho (PPS-DF), que torna a contribuição sindical facultativa. De acordo com a proposta, no momento da contratação, empregadores deverão pedir aos trabalhadores uma declaração na qual os mesmos manifestem a vontade ou não de contribuir com o sindicato da categoria à qual pertencem. Enquanto ainda é obrigatória, a contribuição é questionada. Prevista nos artigos 578 a 591 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), o valor arrecadado deve ser distribuído entre sindicatos, federações, confederações e o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que administra a Conta Especial Emprego e Salário. Para a advogada trabalhista Vanessa Cristi...

Gazeta do Povo: Etiqueta on-line

Ficar o tempo todo conectado pode virar um vício e transformar o usuário em alguém mal educado  Gehad Hajar usa seu smartphone para diversas funções, mas sabe os limites entre a praticidade e a falta de educação A facilidade em acessar redes sociais, e-mails e bate-papos, em qualquer lugar e a qualquer momento, por meio dos smartphones e tablets, está fazendo com que muitas pessoas cruzem a sutil fronteira entre a praticidade e a falta de educação. Para evitar esse problema, e tornar os encontros reais menos conectados, começam a surgir, inclusive, alguns curiosos movimentos. É o caso do phone stacking (empilhamento de telefones), que virou febre entre os jovens nos Estados Unidos. O ritual é o seguinte: todos empilham seus celulares no centro da mesa e não podem mais tocar neles. O primeiro a cair em tentação paga a conta. Os amigos Carolina Garofani, chef de cozinha; Daniel Dall’ag¬¬nol, consultor de empresas; Rafael Marcondes, arquiteto; e Pedro Pontoni, videomaker topar...

Brasil atrai trabalhadores europeus: Estabilidade econômica e fuga da crise incentivam migração

Vinda de estrangeiros pode favorecer profissionalização no Brasil Dados do Ministério da Justiça apontam que nos seis primeiros meses do ano passado, o número de estrangeiros regulares no Brasil cresceu 52,5%. Já o número de imigrantes que pediram autorização para trabalhar no país aumentou 34% em comparação com o mesmo período de 2010. São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte são os principais destinos dos estrangeiros, segundo dados do Observatório do Trabalho, da Secretaria Municipal do Trabalho e Emprego de Curitiba. As demais cidades buscadas pelos imigrantes são Brasília, Curitiba e Salvador. Portugal foi o país que mais exportou mão de obra ao longo de 2011, segundo Gehad Hajar, assessor da Secretaria Municipal de Trabalho e Emprego de Curitiba . Ele conta que o número de trabalhadores formais em dezembro passado foi de 8.484. Desse total, a maioria (mais de 2.600 lusitanos) está concentrada no estado de São Paulo. Economia impulsiona mudança Um dos principais ...

Carnaval pelo mundo: muito além do samba

 O carnaval de Veneza é famoso pelas máscaras. Há uma infinidade de modelos O Brasil é o País do carnaval. Temos escolas de samba no Rio de Janeiro e São Paulo, trios elétricos em Salvador, blocos de rua em cidades do interior de Minas Gerais... Enfim, uma infinidade de opções, não é? Mas conhecer o carnaval de outros lugares do mundo com os amigos pode ser uma ótima ideia. Roberto Adler, especialista em turismo de São Paulo, explica como o Brasil influenciou outros carnavais e também recebeu influências de fora. “O brasileiro acabou influenciando o carnaval de outros países com as fantasias, as mulatas e o samba.” O carnaval é uma festa que teve origem na Grécia antiga, mais de 500 anos antes do nascimento de Cristo. Depois, foi incorporado pelos católicos, marcando o período que antecedia a quaresma. As festas populares ocorriam em diversas partes do planeta. No Brasil, nosso jeito de comemorar foi sendo criado a partir da importação dos costumes europeus...

Conexão África: a influência do continente na cultura brasileira

Entenda quais são as heranças que os povos africanos deixaram enraizadas em nosso País. O café é uma das bebidas mais consumidas pelo brasileiro. O costume veio da Etiópia e se tornou uma das características culturais mais marcantes do País Você sabia que muitas características da cultura brasileira foram trazidas pelos africanos? Vários dos costumes mais marcantes do povo brasileiro vieram com eles na época da escravidão. Comidas, músicas, religiões foram trazidas pelos navios negreiros carregados de pessoas que seriam obrigadas a trabalhar para parte da burguesia brasileira. De acordo com o pesquisador Gehad Hajar, de Curitiba, não há como falar da formação da cultura brasileira sem ressaltar a presença dos negros e suas influências. “Todos os antropólogos e estudiosos da brasilidade são unânimes em citar que o negro é parte do tripé que formou o Brasil.” Religião O Candomblé, de origem nigeriana, foi uma das religiões trazidas pelos africanos. Claro que essa inserção...